PROTEÇÃO

Patrulha Maria da Penha começa atendimentos em Franca


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Os números de violência contra a mulher aumenta a cada dia. Ano passado, por exemplo, 1,3 mil mulheres pediram medidas protetivas em Franca
Os números de violência contra a mulher aumenta a cada dia. Ano passado, por exemplo, 1,3 mil mulheres pediram medidas protetivas em Franca

A Patrulha Maria da Penha começou a atender em Franca nessa segunda-feira, 1º. O serviço será realizado pela Polícia Militar com o objetivo de proteção à mulher vítima da violência doméstica, e que continuam correndo o risco de novas agressões e de morte.

Os policiais farão visitas periódicas a essas mulheres que contam com medidas protetivas de urgência, determinadas pela Justiça. “Já iniciamos os atendimentos sempre atendendo a demanda do Poder Judiciário. O importante é quebrar o ciclo de violência doméstica que envolve essas mulheres que já estão sob medida protetiva, mas que seguem correndo perigo de novas agressões”, explicou o tenente Thiago Melo, do 15º Batalhão da Polícia Militar de Franca, nesta segunda-feira.

Os atendimentos realizados pela PM contarão com uma policial militar na equipe. “Nosso trabalho será humanizado em sistema de rede, encaminhando os casos para outros órgãos, como CRAS, Ministério Público e DDM”, acrescentou o tenente, sem informar quantos atendimentos foram feitos nesse primeiro dia de funcionamento da Lei.

A implantação da Patrulha Maria da Penha realiza um anseio de vários órgãos, entidades e da classe política da cidade, que sempre lutaram pela aprovação da Lei.

A vereadora Cristina Vitorino (REP), que lutou muito pela implantação do serviço, disse na Câmara nesta terça-feira, 2. “Sei das dificuldades que uma mulher, vítima de agressões, tem para registrar um boletim de ocorrência. Mas quem ganha com o funcionamento da Patrulha Maria da Penha são as mulheres, ganha todo mundo. É um trabalho de todos”, destacou.

A deputada estadual Delegada Graciela, outra defensora do projeto que virou Lei disse: “Muitas vezes, somente a medida protetiva não basta e o trabalho policial reforçará esta proteção”.

Os números de violência contra a mulher aumenta a cada dia. Ano passado, por exemplo, 1,3 mil mulheres pediram medidas protetivas em Franca.
 

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