Aconteceu nessa segunda-feira, 11, a primeira reunião do Conselho Municipalista, formado pelo Governo do Estado de São Paulo e 15 municípios. O encontro, que debateu a retomada da economia, serviu para o governador João Doria (PSDB) reforçar que a reabertura de comércio e serviços tidos como não essenciais dependerá do índice de isolamento social e do percentual de leitos ocupados.
Participaram da reunião, além do governador, secretários estaduais e os prefeitos das 15 cidades-sede das Regiões Administrativas do Estado, entre eles, Gilson de Souza (DEM).
Em nota, a Prefeitura de Franca afirmou que a prioridade dessas discussões “é oferecer condições para que seja possível uma maior flexibilidade para as cidades com menores registros da Covid-19 ampliar o retorno das atividades”.
Para isso, ainda de acordo com a Prefeitura, “uma das condições é que os municípios mantenham o distanciamento social na faixa de 55% da população e leitos disponíveis para internações.
O Plano São Paulo, como foi batizado o programa para a retomada da economia paulista, prevê que a quarentena será flexibilizada com base em critérios técnicos. Entre os principais pontos, estão “a redução sustentada dos números de novos casos de infecção pelo coronavírus e a manutenção da taxa de ocupação dos leitos de UTI em patamar inferior a 60%”.
“O Plano São Paulo será atualizado constantemente, com a ajuda de vocês, e todas as nossas decisões estarão amparadas nas avaliações e decisões da Saúde”, reafirmou Doria.
Segundo o boletim epidemiológico desta terça-feira, 12, o Estado registrou 206 novas mortes por coronavírus hoje, chegando a um total de 3.949 vítimas fatais. Cerca de 39% foram registradas em cidades do interior, litoral e Grande São Paulo, que totalizaram 1.544 óbitos nesta terça.
A ocupação dos leitos de UTI reservados para pacientes de coronavírus tem taxa de 69,1% no Estado e 85,7% na Grande São Paulo. Dos 645 municípios de São Paulo, 424 já registraram a doença.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.