RECURSOS

Projetos que somam juntos mais de R$ 5 milhões serão discutidos na Câmara


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Prefeito Gilson de Souza durante inauguração do Hospital da Caridade no último domingo
Prefeito Gilson de Souza durante inauguração do Hospital da Caridade no último domingo

Dois projetos que juntos somam mais de R$ 5 milhões estão na pauta da sessão desta terça-feira, 12, na Câmara Municipal de Franca. As duas proposituras são de autoria do prefeito Gilson de Souza (DEM).

O primeiro projeto é na ordem de R$ 4,3 milhões. O dinheiro será usado para aquisição de equipamentos para o CAPS AD III (Centro de Atenção Psicossocial que trata transtornos causados pelo uso de álcool e outras drogas); aditamentos das parcerias com as entidades que administram as creches conveniadas do município, visando a ampliar as vagas nos estabelecimentos e custeio do programa “Mais Creche”.

O segundo projeto autoriza a abertura de créditos adicionais no valor de 882.458,25. O montante diz respeito a aquisição de medicamentos, aquisição de mata-burros metálicos, e despesas com o serviço de vigilância no Pátio de Veículos, com a divisão de alimentação escolar, com a coleta de lixo e com combustível. Porém, este projeto poderá render alguma discussão, já que se trata de despesas de anos anteriores. Alguns vereadores pedem que a Secretária de Finanças, Tânia Bertholino, ofereça mais explicações ao Legislativo.

Coronavírus
A Prefeitura deverá enviar à Câmara um projeto solicitando autorização para firmar um convênio com instituições hospitalares para aumentar os leitos para atendimentos de coronavírus em Franca.

“Fora os leitos que o Estado é obrigado a oferecer para os municípios, Franca está negociando para aumentar os seus leitos clínicos. Dentre os negociados estão 20 leitos com a instituição Santa Casa. O convênio tem prazos e trâmites legais para serem seguidos. Está em fase de passar pela Câmara”, informou Conrado Netto, Secretário de Saúde.

Neste final se semana, uma paciente com suspeita de Covid-19 foi encaminhada para a Santa Casa, que negou uma vaga, deixando a mulher sem atendimento. “Eles (Grupo Santa Casa) não podem negar atendimento para pacientes como foi feito este final de semana. Até porque, eles têm contrato com o Estado, são referência SUS para o Colegiado Três Colinas”, finalizou o Secretário.
 

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