PREOCUPANTE

Sem aumento no isolamento social, Franca deve continuar em quarentena


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Imagem de arquivo de fila formada nas proximidades da Caixa na Integração
Imagem de arquivo de fila formada nas proximidades da Caixa na Integração

O secretário de Saúde, José Conrado Netto, que também é chefe de Gabinete e comanda o Comitê de Enfrentamento ao Coronavírus em Franca, voltou a afirmar nesta quarta-feira, 6, que “não vê perspectiva para flexibilização da quarentena a partir do dia 11, na cidade”, quando termina o prazo do decreto de Doria que determina o isolamento social no Estado.

Netto lembrou que o índice de isolamento em Franca está abaixo dos 50%. Na última segunda-feira, 4, o Governo de São Paulo colocou o critério do isolamento social mínimo de 50% como condição para que uma cidade possa sair da quarentena.

Franca registrou nesta semana os porcentuais de 45% e 44% na segunda e terça-feira, respectivamente.

O secretário acredita que, no futuro, haverá uma “flexibilização com responsabilidade, não um relaxamento”.

Dados do vírus
Netto ressaltou ainda que o município “não brinca com dados”. Ele se referia a questionamentos feitos, principalmente nas redes sociais, sobre os números de casos do Covid-19 em Franca. As polêmicas mais frequentes são sobre as duas mortes registradas na cidade.

Segundo ele, o caso da senhora de 79 anos, que morreu no Hospital Regional, tem resultado do teste rápido positivo para o novo coronavírus. Já o PCR, feito no Instituto Adolfo Lutz deu negativo. “A gente já discutiu com a equipe do Estado e eles ficaram de passar um posicionamento. Ficaram de definir (se é um caso positivo ou não) e pediram para manter (como morte confirmada). E se, em algum momento tiver de retirar o caso, a gente retira e explica para a população”, garantiu.

Segundo Netto, a paciente teve com o vírus e que a diferença nos exames é devido à janela epidemiológica.

Já sobre morte do fisioterapeuta, que contraiu o vírus em São Tomás de Aquino (MG), Netto disse que o óbito consta do Boletim Epidemiológico de Franca como caso importado, até que o Ministério da Saúde decida sua origem.
 

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