CUIDADO

Consumo de máscaras passa de 15 mil para 60 mil na Santa Casa


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A Santa Casa informou que, devido ao aumento no uso do equipamento, “a instituição precisou adequar e realizar a confecção destas máscaras para todos os funcionários, inclusive todos da assistência, bem como triadores, em todos os prontos atendimentos”
A Santa Casa informou que, devido ao aumento no uso do equipamento, “a instituição precisou adequar e realizar a confecção destas máscaras para todos os funcionários, inclusive todos da assistência, bem como triadores, em todos os prontos atendimentos”
Com a pandemia do novo coronavírus, o consumo de máscaras na Santa Casa de Franca quadriplicou, passando de uma média de 15 mil por mês para 60 mil. A informação foi passada pelo complexo hospitalar para refutar denúncias de falta de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) e até orientação para que os funcionários evitassem o uso de tais equipamentos para “não causar pânico na população”.
 
Diversas denúncias do tipo foram feitas ao programa Hora da Verdade, da rádio Difusora AM 1030 kHz, tanto por pessoas que passaram por atendimento no hospital quanto por familiares de funcionários.
 
A preocupação ganhou mais força nessa segunda-feira, 27, quando a Prefeitura confirmou em um único dia sete novos casos de coronavírus. Desses pacientes, seis são funcionários da área de saúde, tanto da rede pública como particular.
 
Sobre as máscaras, a Santa Casa informou que, devido ao aumento no uso do equipamento, “a instituição precisou adequar e realizar a confecção destas máscaras para todos os funcionários, inclusive todos da assistência, bem como triadores, em todos os prontos atendimentos”. 
 
O hospital afirma que esses profissionais sempre estiveram de máscaras e que, em nenhum momento, houve a falta dos equipamentos.
 
Sobre os funcionários que tratam diretamente com os pacientes do Covid-19, a instituição informou que “foi criada uma ala específica para este tipo de atendimento, onde toda a paramentação adicional, como óculos, face shield, roupão cirúrgico e luvas, é fornecida”.
 
O secretário municipal de Saúde, José Conrado Netto, também descartou que faltem EPIs em Franca. “A gente tem recebido muitas reclamações de munícipes que vão a hospitais particulares e aos hospitais públicos, falando que não têm EPIs. O que pode acontecer é de algum profissional não estar usando o EPI ou usando de forma incorreta. Mas falta de equipamento, a gente não conseguiu detectar em qualquer lugar.”

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