PORTAS FECHADAS

Gilson decreta estado de calamidade e confirma lojas fechadas até dia 22 e fábricas até dia 12


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Uma edição extra do Diário Oficial de Franca foi publicada nesta terça-feira, 7, com o decreto do prefeito Gilson de Souza (DEM) reconhecendo estado de calamidade pública na cidade, devido à pandemia do novo coronavírus.

O documento ratificará ainda a decisão do governador João Doria (PSDB), que determina o fechamento de comércios e serviços não essenciais até 22 de abril e o plano de reabertura das fábricas na próxima segunda-feira, 13. A data foi anunciada no meio da tarde de hoje, com exclusividade, pela rádio Difusora AM 1030 kHz.

De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, a retomada das atividades do setor industrial de Franca será gradual e respeitará todas as regras sanitárias para evitar a disseminação do Covid-19.

O novo decreto prorroga a quarentena nas fábricas, que poderiam ser reabertas a partir de manhã, 8, de acordo com o decreto do dia 23 de março. “Esta semana é mais curta, por conta do feriado de Páscoa, então definimos que as fábricas ficariam paradas mais esses dias para se reorganizarem e voltar de modo a proteger os trabalhadores”, disse o prefeito Gilson de Souza.

Como informado em primeira mão pela Difusora e Portal GCN, a Prefeitura publicou agora que “indústrias que possuem até 50 funcionários deverão adotar turnos de trabalho, de modo a evitar aglomeração, oferecer álcool em gel para a higienização das mãos, antebraços e braços, realizar a limpeza sistemática dos postos de trabalho, determinar o afastamento de pessoas de grupos de risco (idosos acima de 60 anos, gestantes, hipertensos, diabéticos, pessoas com sintomas de gripe e outros), além de atender outras exigências”.

Também confirmando o que foi divulgado pela rádio e portal, a assessoria informou que “as empresas com um quadro superior a 50 funcionários, para que possam reabrir, precisarão apresentar um plano de trabalho atestado por um médico estabelecendo ações de segurança e cuidados com a saúde dos funcionários (como a medição da temperatura corporal dos mesmos) frente aos riscos da pandemia do Coronavírus”.
 

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