DESCUMPRIMENTO

Mesmo sob decreto, Vigilância recebe 300 denúncias diárias de pontos de comércio aberto


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Na rua Francisco Marques, foi possível notar alguns casos de desobediência
Na rua Francisco Marques, foi possível notar alguns casos de desobediência

Já há duas semanas, o primeiro decreto do prefeito Gílson de Souza (DEM) começou a valer na cidade. O mesmo, valeria até o dia 27, sexta-feira, mas logo foi prorrogado. Desde então, o comércio a indústria, tirando algumas exceções, tiveram que suspender seu funcionamento. Ainda assim, 300 denúncias são feitas diariamente para a Vigilância Sanitária.

Nas grandes avenidas, que concentraram dos mais diversificados tipos de estabelecimento, é possível notar vários abertos. Lojas de calçados, produtos animais e pastelarias são alguns desses casos. Apesar de alguns adotarem uma medida diferente, baixando a porta a meia altura ou colocando mesas evitar aglomerações dentro do local, o funcionamento não deveria acontecer.

Para evitar este tipo de acontecimento, além de atender as denúncias, a vigilância, em comunicado da Prefeitura, salientou que as fiscalizações são feitas diariamente, inclusive nos fins de semana e durante à noite. “A ação inclui orientação, notificação e, em casos mais graves, a interdição dos locais.”

No caso da orientação citada, a vigilância vem, através deste trabalho conscientizando a população e mostrando que as medidas são necessárias. Nesta quinta-feira, 2, por exemplo, na avenida Abrahão Brickmann e na rua Francisco Marques, onde ainda assim foi possível notar alguns casos de desobediência, “as pessoas abordadas pelos fiscais costumam respeitar o pedido e fecham os locais quando orientadas pela Prefeitura.”

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