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Unimed interna mais uma mulher com suspeita de Covid-19; criança tem alta


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A Unimed Franca divulgou boletim na noite desta segunda-feira, 23, informando que possui duas pacientes internadas no Hospital São Joaquim com suspeita de coronavírus. A unidade notificou três casos à Vigilância Municipal Epidemiológica desde o último fim de semana.

O caso mais recente é de uma mulher de 50 anos que deu entrada no hospital na tarde desta segunda-feira, 23. Segundo a assessoria de imprensa da Unimed, a paciente é tabagista, diabética e hipertensa e “apresenta quadro de infecção urinária e alteração pulmonar que pode ser sugestiva de pneumonia por coronavírus”.

Ela está internada fazendo uso de antibióticos, sem necessidade de ventilação mecânica. A mulher deve passar por coleta de material para o exame do Covid-19 ainda nesta segunda-feira.

O outro caso de internação por suspeita de coronavírus é de uma mulher de 60 anos, como divulgado no domingo, 22. A paciente continua no São Joaquim, com quadro hemodinâmico estável, uso de medicação vasoativa e em estado crítico. “Também em uso de antibióticos de amplo espectro por alterações de exames sugestivas de infecção bacteriana. Aguardamos resultado para coronavírus”, informa a assessoria do hospital.

O terceiro caso tratado como suspeito pela Unimed é de uma menina de 9 anos, também divulgado no domingo. Ela recebeu alta médica e é acompanhada em casa. Ela está em isolamento domiciliar, enquanto aguarda o resultado do exame para o coronavírus.

A Vigilância Epidemiológica, porém, já descartou o caso da menina como suspeito para Covid-19. A assessoria de imprensa da Prefeitura informou que, “segundo o médico Homero Rosa Júnior, da Vigilância Epidemiológica, após avaliação junto à equipe do hospital Unimed, o caso da criança de 9 anos que foi atendida no hospital em estado gripal e com dificuldade para respirar foi descartado como suspeito de coronavírus”.

Os casos descartados são aqueles que os médicos resolvem colher material para exame, mas que são barrados na triagem da Vigilância por não se enquadrarem como suspeito, de acordo com os protocolos do Ministério da Saúde.
 

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