Todos têm vidas quase normais. Tem hobbies, se divertem, namoram, comem bastante. Há três anos no Tihany, Facundo Crescini, 29 anos, argentino, fazia acrobacias antes do circo. Já trabalhou no teatro e também no famoso Cirque du Soleil. “Eu particularmente gosto disso. Dessa vida nômade. De trocar de cidade todo mês”, disse.
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