Chuva castiga e Franca vive janeiro caótico com enchentes


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Ontem, 22, uma forte chuva deixou de novo Franca submersa. Foram 30 milímetros de chuva em pouco tempo.
Ontem, 22, uma forte chuva deixou de novo Franca submersa. Foram 30 milímetros de chuva em pouco tempo.

Quem vive em Franca já se acostumou. Todo janeiro é igual: as chuvas causam problemas sérios. Mas em janeiro de 2020 a situação ganhou contornos traumáticos. Em apenas 22 dias, foram pelos menos quatro tempestades que deixaram avenidas marginais alagadas. As avenidas Alonso y Alonso, Hélio Palermo e Antônio Barbosa Filho se transformaram em grandes rios levando medo para motoristas e comerciantes das regiões.

Segundo levantamento do portal GCN, as fortes chuvas começaram a dar as caras logo no início de 2020.

No dia 3 de janeiro, durante à tarde, os comerciantes da avenida Hélio Palermo, na altura da churrascaria Top Grill foram surpreendidos com a água invadindo seus estabelecimentos. Mais abaixo, na logo após do Clube dos Bagres, o córrego transbordou no sentido Galo Branco.

Nove dias depois, no dia 12 de janeiro, um domingo, novamente a cidade foi surpreendida. Desta vez ela voltou com força e causou muitos estragos. Nas imediações dos córregos, tanto o dos Bagres, quanto o Cubatão, era possível encontrar deslizes de terra e também blocos de concreto. Ainda assim, os maiores estragos foram duas passarelas arrastadas nas avenidas Antônio Barbosa Filho e Hélio Palermo. Nesta última, parte da barragem do córrego foi arrancada com a força da chuva, próximo a churrascaria Top Grill.

Sete dias após, agora no dia 20 de janeiro, os transtornos voltaram com tudo com as chuvas. Novamente a Hélio Palermo e a Antônio Barbosa Filho voltaram a alagar com o transbordamento do Bagres.

Ontem, 22, uma forte chuva deixou de novo Franca submersa. Foram 30 milímetros de chuva em pouco tempo. Foi o bastante para a cidade se transformar. Por volta das 16 horas, a região do viaduto Dona Quita, nas proximidades do Uni-Facef, ficou completamente alagada. A água chegou até as proximidades do Teatro Municipal.

Mais abaixo, na avenida Alonso y Alonso, na região da Automec, as ruas e avenidas se transformaram em um gigantesco piscinão. A região ficou submersa. Em um trecho do córrego dos Bagres, na avenida Antônio Barbosa Filha, também houve alagamentos. A água passou por uma das pontes.

Até mesmo vias que não têm o costume de apresentar pontos de alagamento não suportaram a quantidade de água que caiu do céu nesta quarta-feira. A avenida Adhemar de Barros, uma das principais vias da zona leste, teve trechos que viraram represas.

A região central de Franca também foi atingida. Na rua José Marques Garcia, em frente ao Colégio Pestalozzi, a água era tanta que não dava para passar carros e motos.

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