SUSPEITA

PM morre com suspeita de dengue na Sta. Casa de Franca


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O policial militar Renato Leandro de Oliveira Viana, de 48 anos, morreu nesta segunda-feira, 9, na Santa Casa de Franca com suspeita de dengue.
O policial militar Renato Leandro de Oliveira Viana, de 48 anos, morreu nesta segunda-feira, 9, na Santa Casa de Franca com suspeita de dengue.

O policial militar Renato Leandro de Oliveira Viana, de 48 anos, morreu nesta segunda-feira, 9, na Santa Casa de Franca com suspeita de dengue. Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima teria viajado para o Nordeste e chegou em Franca com febre forte. Internado por seis dias na Santa Casa ele chegou a ficar no CTI (Centro de Terapia Intensiva), mas apresentou complicações e não resistiu. 

Atendido inicialmente no pronto-socorro, o policial militar fez alguns exames e voltou para casa. Posteriormente, quando os resultados dos exames ficaram prontos outros foram solicitados já que o primeiro apresentou alteração. Assim que os novos resultados saíram Renato Viana foi internado com suspeita de dengue. O boletim de ocorrência informa ainda que a evolução do quadro do paciente foi rápida, evoluindo a uma infecção generalizada.
 
Segundo o secretário de Saúde, José Conrado Netto, foi feita necropsia no paciente para confirmar as causas da morte. “A informação que tenho é que o paciente estaria visitando os familiares da esposa em Franca e moraria em São Paulo. Eles teriam passado alguns dias de férias no Nordeste e vindo para a cidade logo depois, quando ele apresentou os sintomas. Agora foram realizados exames para comprovarem se a causa da morte foi mesmo a dengue.”
 
Franca vive atualmente a maior epidemia da sua história com 10,2 mil notificações. Deste total 2.593 são autóctones, 143 importados e 781 negativos. Outros 6.683 ainda aguardam resultado. Entre os casos registrados na cidade neste ano está o de um senhor de 70 anos, que morreu no dia 2 de abril depois de apresentar os sintomas da doença e ficar internado por dois dias em um hospital particular da cidade. Ele, que era morador da zona Oeste, não teve sua identidade divulgada.

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