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Em Franca, deputado Coronel Tadeu chama governador Doria de frouxo


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O deputado visitou o GCN acompanhado do Senador Major Olímpio e de João Paulo Brandão Júnior, que também participam do evento na Casa de Leis de Franca.
O deputado visitou o GCN acompanhado do Senador Major Olímpio e de João Paulo Brandão Júnior, que também participam do evento na Casa de Leis de Franca.

O deputado federal Coronel Tadeu (PSL) está em Franca para participar do Interlegis, na Câmara Municipal de Franca, que acontece nesta segunda-feira, 9. O deputado visitou o GCN acompanhado do Senador Major Olímpio e de João Paulo Brandão Júnior, que também participam do evento na Casa de Leis de Franca.

Na cidade, Coronel Tadeu não poupou críticas ao governador do estado de São Paulo, João Dória, principalmente no caso da favela Paraisópolis, em São Paulo, quando nove pessoas morrem durante um baile funk.
 
“Todos ficam batendo na polícia quando na verdade a PM não fez absolutamente nada. Quando eu vejo um governador como esse João Doria, frouxo, muito frouxo mesmo, que não tem a mínima condição de conduzir uma política de segurança pública decente para a população do estado de São Paulo e ainda coloca a polícia militar para fazer segurança de traficantes. É o que ficou muito claro neste final de semana. Eu estive lá em Paraisópolis e vi a polícia fazendo segurança do baile funk e nada acontecer. Mas estavam lá droga, bebida, sexo, e a PM de braços cruzados porque a ordem era pra não agir. É lamentável ter uma segurança pública praticada por um governador que pensa dessa forma. É lamentável. Tinha é que não existir o baile funk, tinha era que não existir o tráfico de droga a exploração sexual de menores. Enquanto isso, no centro de operação da PM o número de reclamações dos moradores e pessoas de bem cada vez mais aumentando sobre perturbação de sossego e da ordem, e vindas justamente de da favela de Paraisópolis”, relatou. 
 
O deputado ainda refutou a notícia de exagero por parte da polícia na ação na favela. 
 
“A polícia não entrou em confronto com ninguém. Ela simplesmente estava perseguindo alguns jovens e entraram na favela, se deparando com o baile. A partir daí, os marginais começaram a disparar contra a polícia e houve aquele tumulto e correria, com as nove pessoas morrendo pisoteadas”, acrescentou.

POLÊMICA

O deputado também respondeu sobre o episódio na Câmara que ele ficou marcado ao arrancar uma placa que considerava alusiva a ataques à PM, às vésperas da comemoração da Consciência Negra. O fato ocorreu na sessão do dia 19 de outubro deste ano.  
 
“Eu não fiz mais nada do que minha obrigação. Era uma ataque muito claro, ofensivo a 600 mil policiais que nós temos no Brasil é um continente muito grande e vendo aquela placa que dava a clara noção de uma acusação que todo policial é um genocida e em especial da raça negra eu simplesmente manifestei meu inconformismo dentro de uma exposição que era contra o racismo praticando o racismo. Eu arranquei a placa e na sequência quebrei a placa mesmo que aquilo era algo extremamente ofensivo os policiais e não vou admitir uma situação daquela. Não me arrependo de forma alguma. Se for bater na polícia pode esperar que terá uma reação minha, principalmente num momento de tanta permissibilidade, tanta impunidade neste país e quem mais sofre são os policiais. Eu costumo dizer que eles enxugam o chão com a torneia aberta”, concluiu o deputado.

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