A flecha foi lançada, palavra dita, coração ferido.
A flecha aponta o rumo e invade o caminho,
O destino avança o muro e se arranha no espinho.
O sino soa forte, a água cai,
A terra sente a sorte da morte que se esvai.
O moço sente o desgosto daquilo que deixou para trás,
Recolhe aquele terno exposto que já não o satisfaz.
O sonho se esconde no cais
Inclemente é seu destino
O sino já não toca mais
As águas já não movem moinhos
O tempo já não é capaz
De cobrir os ais
Ferida aberta é alvo de paz
Para o jovem comedido
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