Sobre moradores de rua


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Recebi dia desses no meu programa da Difusora a atual secretária de Ação Social da prefeitura, Eliete Neves, abordando a problemática dos moradores de rua e o comportamento dos mesmos, que muitas vezes assusta e até revolta a população. 
 
O número deles tem aumentado, apesar das tentativas de fazê-los  retornar ao seu local de origem. A proporção de novos moradores em situação de rua, de cada dez que aparecem, 3 são de Franca  e 7 vindos de outras cidades. O poder público oferece a eles, através do Centro Pop, alimentos e cursos de aprendizado para que busquem uma atividade, mas poucos se interessam. Tem a Casa de Passagem, com abrigo provisório  para quem chega em busca de um trabalho e não tem onde ficar. Sem contar o  restaurante Bom Prato, que atende não apenas a moradores de rua como pessoas carentes e que preferem almoçar ali, ao custo de 1 Real. Isso mostra que não falta onde eles se alimentarem ou se abrigarem até resolver sua situação. Uma grande parte gosta mais é de ficar nos cruzamentos movimentados da cidade, pedindo moedas, que ao fim do dia resultam entre 50 e 70 Reais, que são usados na compra de bebidas alcoólicas e outras drogas. 
 
A secretária destacou que um grupo de pessoas caridosas costuma sair à noite, principalmente quando o tempo esfria, levando sopa para os que ficam nas ruas, mas para evitar possíveis agressões, são acompanhadas por assistentes sociais. Formam os chamados voluntários coordenados. Para isso, devem procurar a Secretaria de Ação Social, ao lado do Champagnat, ou ligar 3711-9302.  E aconselha a não dar dinheiro nas ruas, porque isso incentiva a que eles permaneçam na mendicância e faz aumentar o número deles. Faça algum tipo de caridade, ajude alguma entidade, mas não dê dinheiro nas ruas.  

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