Que Rafael Hettsheimeir é um dos melhores pivôs brasileiros que atua no país atualmente todo mundo sabe. Mas nenhum jogador consegue manter o mesmo desempenho durante toda a temporada e nem mesmo jogar 40 minutos em todas as partidas. Isso sem falar do risco de lesões que os atletas estão sujeitos em quadra.
A estreia do Sesi Franca na Liga dos Campeões contra o Aguada (URU), na última sexta-feira, 1º - o Franca venceu por 95 a 94 - expôs mais uma vez a carência de um outro pivô “5” na equipe.
Hettsheimeir, que voltava ao time depois de uma lombalgia, jogou 22 minutos se revezando com Cipolini e com o ala Lucas Dias. Hett assegurou cinco rebotes e anotou 14 pontos para o Franca. Já o pivô Lee Roberts garantiu cinco rebotes, além de anotar 30 pontos para o Aguada. No total, foram 25 rebotes para o Franca contra 34 do Aguada.
Além das estatísticas comprovarem a deficiência do Sesi Franca dentro do garrafão, a equipe perde volume ofensivo ao deslocar o ala Lucas Dias para a função, quando Hett precisa deixar a quadra momentaneamente.
O torcedor do Franca também convive com o fantasma de lesão do pivô, que ano passado perdeu parte da temporada devido uma fissura na planta do pé. Hett estava fora do time havia duas partidas pelo NBB, voltando a jogar contra o Aguada devido dores nas costas.
A diretoria do clube parece não ver tanta necessidade na contratação de um jogador para a posição, apesar de sempre dizer que está “de olho no mercado”.
O Sesi Franca Basquete volta à quadra nesta terça-feira, 5, pelo NBB. O compromisso do time será no Paraná, contra o Pato Basquete, pela quinta partida da competição nacional.
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