A empresa Val Rocha deverá assinar contrato com a prefeitura municipal de Franca ainda nessa semana para assumir os serviços de tapa-buraco em Franca.
Os envelopes da licitação foram abertos na última sexta-feira, 18, com a empresa de engenharia Val Rocha ganhando a concorrência. Na verdade, apenas a Val Rocha participou do processo, uma vez que a Emdef (Empresa Municipal para o Desenvolvimento de Franca), empresa da própria Prefeitura, não disputou o pleito por ter apresentado preço maior numa tomada de preços para referência. A Val Rocha apresentou um valor aproximadamente 20% mais baixo do que o estipulado no valor-referência do Edital, que era de R$ 1 milhão. A empresa atende todos os requisitos legais, cumprindo as exigências da legislação. Com isso, o contrato de prestação de serviço entre as duas partes será firmado nos próximo dias, garante uma fonte de dentro da Prefeitura.
O prefeito Gilson de Souza (DEM) não informou ainda como ficará a situação da Emdef, que foi criada há anos justamente para realizar desse tipo de serviço na cidade. Para o presidente da Emdef, Marcos Haber, o momento serve para reflexão. "Vamos ter que sentar e fazer uma autocrítica. É hora de aprimorar os processos e ganhar eficiência para baixar o custo. Só assim seremos competitivos numa próxima disputa", disse.
Buraqueira
Gilson de Souza cortoi 75% do valor da verba que era investida ao tapa-buraco em Franca. Em 2017 - usado como parâmetro, quando Gilson iniciou seu mandato, o orçamento deixado por Alexandre foi de R$ 4.825.317,74 para ser aplicado na operação tapa buraco. Em 2019, o valor caiu para R$ 1.247.724,03, o que caracteriza a diferença enorme na queda dos recursos destinados ao serviço de manutenção das vias públicas de Franca.
Marcos Haber disse dias atrás, na Câmara Municipal, que o valor ideal para atender a demanda do serviço de tapa-buraco em Franca seria R$ 4 milhões/ano, e outros R$ 10 milhões/ano para a operação de recapeamento.
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