O ex-jogador de basquete Fausto Giannecchini, que foi revelado e defendeu o time de Franca por várias temporadas, integrou a Seleção Brasileira por 12 anos seguidos. Adquiriu um know-how admirável, aplicado agora no instituto que leva eu nome, trabalhando com a educação através do esporte. De uma família de jogadores de basquete, logo cedo, aos 15 anos, já estava em Franca, buscando seguir os passos de seus manos, Anginho e Patão. Logo se destacou, sendo chamado para a Seleção e sondado, na época, para atuar no exterior. Preferiu permanecer no Brasil, ao lado da esposa e dos filhos menores. Encerrou a carreira, como jogador, aos 41 anos.
Formado em Educação Física (fomos colegas de faculdade), decidiu criar o Instituto Fausto Giannecchini, tendo como objetivo a formação de crianças e jovens através do esporte, educando e socializando esses menores, preferencialmente de baixa renda, combatendo a evasão escolar e afastando os menores da criminalidade e das drogas. Esse instituto não governamental logo despertou o interesse da Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude, além da Feac (Fundação do Esporte e Arte), diretorias de ensino e entidades particulares, que passaram a colaborar, oferecendo tênis, uniformes e bolas de basquete, utilizados nas atividades, que geralmente acontecem nas quadras dessas escolas. O Instituto oferece ainda alimentação a essas crianças e jovens, que consomem grande quantidade de frutas após as atividades. Por tudo o que tem motivado essas crianças, que experimentam o primeiro contato com a bola e a quadra de basquete, recebendo seu próprio material esportivo, exigindo apenas que estejam bem na escola, o Instituto Fausto Giannecchini merece todo o apoio. Afinal, não existe receita mais eficiente do que a Educação Através do Esporte. É isso que faz esse instituto.
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