DOIS ANOS

'Não tenho mais sonhos, não consigo respirar', diz mãe de Núbia Ribeiro


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O ‘caso Núbia’, que chocou Franca em setembro de 2017, quando a jovem com 21 anos foi morta com requintes de crueldade, completou dois anos na última terça-feira, 24. No dia de sua morte, Tânia Ribeiro, mãe de Núbia, escreveu uma homenagem em um post no F
O ‘caso Núbia’, que chocou Franca em setembro de 2017, quando a jovem com 21 anos foi morta com requintes de crueldade, completou dois anos na última terça-feira, 24. No dia de sua morte, Tânia Ribeiro, mãe de Núbia, escreveu uma homenagem em um post no F

O ‘caso Núbia’, que chocou Franca em setembro de 2017, quando a jovem com 21 anos foi morta com requintes de crueldade, completou dois anos na última terça-feira, 24. No dia de sua morte, Tânia Ribeiro, mãe de Núbia, escreveu uma homenagem em um post no Facebook. O texto gerou comoção. Os acusados de matar a jovem ainda aguardam a data para irem a júri popular.

No texto emocionante Tania, relembrou o último momento dela com a filha viva. “Passávamos o domingo juntinhas, eu não imaginava que seria o último dia que teria você aqui comigo. O último beijo, ‘tchau mamãe, já vou, fica com Deus!’. Mal sabíamos que iam ceifar tua vida e me matarem em vida também”, escreveu. 

Com depressão desde a morte da filha, a mãe falou da dor de não ter mais a jovem. “A chama de vida que me mantinha em pé se apagou. O pilar que me sustentava desmoronou. Não tenho mais sonhos. Não consigo respirar. Viver passou a ser um tormento. A saudade me rasga, dor me dilacera, não existe mais esperança”.

Confira o texto:

 

O caso

A comerciante Núbia Ribeiro foi encontrada morta no dia 26 de setembro de 2017 na estrada da Seval, zona rural de Patrocínio Paulista, 23km de Franca. Segundo a Polícia Civil, Nubia foi morta pelo casal Lauany Viodres do Prado e Leonardo Gonçalves Cantieri e logo após o crime teve seu corpo parcialmente queimado.
 
A vítima havia desaparecido dois dias antes após ser atraída por Leonardo para se encontrarem para comerem um lanche. Durante as investigações, agentes da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) capturaram Ítalo Vinicius Neves, que supostamente teria desovado o carro de Nubia. Ele apontou o lugar onde a vítima estava e deu o nome de Leonardo. Ele e Lauany, considerada a mentora do assassinato, fugiram e só se apresentaram à polícia quatro dias após o crime.


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