SAÚDE

34 mil pessoas devem ser atendidas por programa 'Zera Fila' da Prefeitura


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A segunda fase do programa vai atender outras 21 mil pessoas, que já têm encaminhamento para especialistas das áreas de angiologia, cardiologia, dermatologia, neurologia, ortopedia, otorrinolaringologia, pneumologia e proctologia. As consultas dessa etapa
A segunda fase do programa vai atender outras 21 mil pessoas, que já têm encaminhamento para especialistas das áreas de angiologia, cardiologia, dermatologia, neurologia, ortopedia, otorrinolaringologia, pneumologia e proctologia. As consultas dessa etapa

Na tarde desta segunda-feira, 16, o prefeito Gilson de Souza assinou e oficializou um programa de atendimento especializado da saúde pública. Em parceria com a Santa Casa, o “Zera Fila" deve atender mais de 34 mil pessoas até janeiro.

A primeira etapa do programa começa no início de outubro e prevê atendimento ginecológico para 13 mil mulheres que estão na fila aguardando consulta. Médicos da Santa Casa atenderão de segunda a sábado, nas Unidades de Pronto Atendimento dos bairros Jardim Aeroporto I, Jardim Aeroporto II, Jardim Luíza, Jardim Paulista, Vila Santa Terezinha e Vila São Sebastião. A previsão é que os atendimentos terminem até janeiro.

A segunda fase do programa vai atender outras 21 mil pessoas, que já têm encaminhamento para especialistas das áreas de angiologia, cardiologia, dermatologia, neurologia, ortopedia, otorrinolaringologia, pneumologia e proctologia. As consultas dessa etapa serão na Santa Casa e ainda não têm data para começar, mas segundo o secretário de saúde José Conrado Netto, terão início ainda em 2019.

Serão investidos R$ 3,75 milhões no programa "Zera Fila." Na ocasião, o prefeito ainda aproveitou para afirmar que em 2020 o governo municipal pretende repassar R$ 18 milhões para a Santa Casa, cerca de R$ 3 milhões a mais que nos anos anteriores. O investimento é para acrescentar 10 leitos de UTI no complexo hospitalar. "Esses leitos da UTI não são competência do município, são do estado. Mas nós não temos que discutir de quem é a competência. O que precisamos discutir é o atendimento. Não importa se é do município ou do estado, o que importa é ser atendido", disse.

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