Após anos de análises e propostas, a rotatória da Avenida Champagnat continua sendo estudada por especialistas. Desde 2011, diferentes governos municipais propõem mudanças na área, mas até hoje pouco foi colocado em prática e o local continua sendo um dos piores pontos do trânsito de Franca.
Depois de iniciar as obras do viaduto Dona Quita, no cruzamento das avenidas Doutor Ismael Alonso y Alonso e Major Nicácio, em 2012, o ex-prefeito Sidnei Rocha já falava que a rotatória da Champagnat seria a próxima a receber um pontilhão. Alexandre Ferreira, que assumiu o cargo no ano seguinte, também manteve a promessa de mudanças no local. E não foi diferente com Gilson de Sousa, prefeito desde 2017. Em maio do primeiro ano de mandato, Gilson afirmou que colocaria semáforos na rotatória. Em agosto do mesmo ano, depois da instalação de lombo-faixas em dois pontos das avenidas, o então Secretário de Segurança, Orivaldo Donzelli, reafirmou a possibilidade de colocarem semáforos lá. Nos primeiros dias de 2018, o prefeito conclui um projeto de obra, que seria feita pela Emdef entre fevereiro e agosto do ano passado. Inspirado pelo cruzamento da avenida Ipiranga com avenida São João, na capital paulista, Gilson pretendia construir duas pontes no lugar do canteiro e instalar sinaleiros.
Ele chegou a afirmar que a obra total custaria R$ 2,5 milhões, quase dez vezes menos que as propostas de Sidnei e Alexandre. Mas o projeto não passou de um esboço e, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, "ainda carecia de estudos".
Prefeitura afirma que projeto de obras será concluído em até 60 dias
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