Não reclame, vá à luta


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Vivemos uma época de muitos desempregos, causados em grande parte, por incrível que pareça, ao avanço da tecnologia, com o surgimento de máquinas mais modernas e a internet. Alguns setores têm sofrido mais, como o parque gráfico, incluindo jornais e revistas, chegando ao meio rural, já que uma máquina faz, em poucas horas, a colheita que vários homens fariam em muitos dias. Para driblar essa situação, não adianta ficar reclamando e lamentando, mas sim, buscar novas alternativas e aprimorar-se naquilo que faz, já que a concorrência cresce a cada dia. Se não está conseguindo na área costumeira de atuação, pense numa alternativa, buscando novos cursos ou inventando uma maneira de conseguir por algum tempo a manutenção da família, até que surjam novas e interessantes oportunidades. Acontece que muitos não querem sair de sua zona de conforto, recusando uma proposta menos rendosa, até voltar ao que ganhava e sem preguiça de ir à luta. Sei de casos em que a pessoa não aceita um emprego porque tem que levantar muito cedo, ou porque trabalha também aos sábados e feriados. Prefere ficar em casa deixando as contas acumularem. É importante também ser útil e quase indispensável à empresa, não se importando de ir além do combinado. O patrão ou chefe estará vendo seu esforço. Mesmo não sendo da sua obrigação, não recuse uma ajuda extra, dizendo que não é pago pra isso. É importante todos saberem que nenhum chefe ou patrão gosta de dois tipos de funcionário: aquele que não executa direito o que foi determinado, e aquele que faz somente o que foi solicitado, e não vai além disso. Estes, com certeza, serão logo substituídos. Por isso é que não adianta ficar apenas reclamando. Vá à luta.

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