SANEAMENTO

Pelo 6º ano consecutivo Franca é a melhor em saneamento no Brasil


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Referência quando o assunto é o saneamento (água e esgoto) no Brasil, Franca se mantém pelo sexto ano consecutivo como o município com os melhores índices entre as 100 maiores cidades brasileiras citadas no Ranking de Saneamento Básico feito pelo Institut
Referência quando o assunto é o saneamento (água e esgoto) no Brasil, Franca se mantém pelo sexto ano consecutivo como o município com os melhores índices entre as 100 maiores cidades brasileiras citadas no Ranking de Saneamento Básico feito pelo Institut

Referência quando o assunto é o saneamento (água e esgoto) no Brasil, Franca se mantém pelo sexto ano consecutivo como o município com os melhores índices entre as 100 maiores cidades brasileiras citadas no Ranking de Saneamento Básico feito pelo Instituto Trata Brasil. Tendo como nota máxima possível o 10, a cidade obteve nota 9,82. Santos, segundo lugar no estudo, alcançou a nota 9,12. Com nota 1,29 a cidade de Porto Velho (RO) é a pior do País. 

Franca se destacou com 100% no atendimento urbano de água e esgoto; 98,04% de esgoto tratado por água consumida; e investimento de 50,34% do valor arrecadado. Novas ligações, percentual de perdas de água na distribuição, perdas no faturamento e tarifa média também integram o estudo que tem como base os dados do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento) – ano base 2017. Os dados são divulgados todo ano pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, que reúne todas informações fornecidas pelas empresas prestadoras dos serviços de água e esgoto dessas cidades. Em Franca a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) é a responsável por prestar o serviço.

No geral os números do estudo são preocupantes e apontam que o Brasil ainda apresenta quase 35 milhões de brasileiros sem acesso à água tratada e quase 100 milhões sem coleta de esgoto. Além disso, apenas 46% dos esgotos gerados nos país são tratados. Os resultados mostram que os avanços são pouco relevantes e o país fica cada vez mais distante de atingir as principais metas de saneamento básico, especialmente as oficializadas pelo Brasil na ONU (Organização das Nações Unidas) que aponta como objetivo assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos até 2030.

No estudo é possível observar que as 20 melhores cidades investiram quatro vezes mais que as 20 piores em cinco anos (entre 2013 e 2017). O investimento médio anual por habitante das melhores foi de R$ 84,61, contra R$ 25,02 das piores.

“Mais de 50% dos investimentos estão concentrados em apenas 100 cidades. Ainda que nelas viva mais de 40% da população, é preocupante pensar que mais de 5.600 municípios, juntos, são responsáveis por menos de 50% do valor investido em saneamento básico. Isso explica por que as cidades médias e menores em geral carecem desta infraestrutura”, disse o presidente executivo do Instituto Trata Brasil, Édison Carlos.

Da região aparecem em sétimo lugar (8,77) e em décimo terceiro lugar (8,49) as cidades de São José do Rio Preto e Ribeirão Preto, respectivamente.
 

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