RESTAURAÇÃO

Catedral gastará 300 mil com nova pintura externa


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Pintores trabalham na Catedral Nossa Senhora da Conceição: novo visual em breve
Pintores trabalham na Catedral Nossa Senhora da Conceição: novo visual em breve

A Catedral Francopolitana Nossa Senhora da Imaculada Conceição, um dos cartões portais de Franca, está renovando a sua pintura na área externa. Segundo o pároco Rogério Ruffo, a pintura custará em torno de R$ 300 mil, incluindo matéria-prima e mão de obra. Os trabalhos foram iniciados no dia 3 de junho por uma empresa contratada pela igreja e seguirão por 75 dias úteis.

O padre afirma que a renovação é necessária, já que a última pintura foi feita há quase 10 anos. A Catedral manterá as cores originais. “Vamos manter as cores, pois há um carinho e afeto dos fiéis pelos tons de azul. Além disso, a paróquia é dedicada à Imaculada Conceição e a cor azul remete à Nossa Senhora”, explicou o pároco.

Com o intuito de angariar fundos para pagar a despesa da pintura, a Catedral lançou a campanha dos carnês, que conta com a ajuda dos fiéis. De acordo com Rogério, as pessoas podem adquirir os carnês e contribuir com qualquer valor. “As contribuições podem ser dadas antes ou depois das missas dominicais ou então durante a semana no escritório paroquial”, disse.

As missas dominicais são realizadas nos horários das 7h, 9h, 10h30, 17h e 19h. A campanha funcionará até dezembro e as contribuições também podem ser feitas via cartão de crédito.

Grades na Catedral

Há algum tempo, a Catedral estava tendo problemas com moradores de rua que ficavam alojados no entorno da igreja e, segundo o padre, estavam praticando atos imorais. Então, solicitaram a autorização do Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo) para a colocação de grades em volta da igreja, a qual foi concedida.

No entanto, o pároco voltou atrás e disse que, por enquanto, não serão colocadas as grades, porque os problemas com os moradores de rua cessaram. “De alguns meses para cá, não tivemos mais problemas. A Secretaria de Ação Social nos passou a informação de que eles migraram de lugares e cidades”, disse Ruffo.


 

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