O que há?


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“Já veio gente de um monte de lugar do Brasil em Franca. Hoje você fala sobre a cidade e eles falam: ‘tchau, brigado’”, disse o empresário. Uma das explicações é o alto custo de eventos e participação sempre grande de bilheteria dos artistas que chegam a levar até 70% do que é vendido. Sem falar na crise que assola há anos o principal setor econômico da cidade: a indústria calçadista. 

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