ESAC ameaça 'decretar falência' sem verba prometida


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A diretora administrativa da entidade, Geraldine Garcia Fuga Menezes, discursou na tribuna, cobrando uma verba prometida de R$ 150 mil pelo prefeito.
A diretora administrativa da entidade, Geraldine Garcia Fuga Menezes, discursou na tribuna, cobrando uma verba prometida de R$ 150 mil pelo prefeito.

A sessão da Câmara Municipal de Franca desta terça-feira, 7, pela manhã, foi usada como metralhadora giratória contra o prefeito Gilson de Souza (DEM). O primeiro assunto foi a ausência do secretário de educação, Edgar Ajax, e da secretária de Planejamento Urbano, Adailma Helena, que haviam sido convocados para esclarecimentos de alguns problemas em suas pastas, mas a Prefeitura enviou um assessor para dar explicações. 

Irritados, a maioria dos vereadores disparou contra o prefeito, em discurso uniforme de desrespeito à Câmara.

Em seguida, a tribuna foi usada por representantes dos construtores, engenheiros e arquitetos no “Caso Predinhos”. Eles pedem agilidade dos projetos represados na área, que estão emperrando o serviço dos profissionais. “Um prédio demora cerca de quatro a seis meses para ser construído, enquanto que a liberação de documentos vem demorando mais de seis meses. O prazo de liberação da documentação é maior que o da construção. Isso é uma vergonha", disse Vera Fernandes, representante dos construtores.

A maior parte dos vereadores também criticou a morosidade do Executivo.

ESAC

Outro assunto que voltou à tona nesta terça-feira, 7, foi sobre a situação da ESAC (Escola de Aprendizagem e Cidadania de Franca), que passa por dificuldades financeiras e corre o risco de fechar as portas.

A diretora administrativa da entidade, Geraldine Garcia Fuga Menezes, discursou na tribuna, cobrando uma verba prometida de R$ 150 mil pelo prefeito. “Caso essa verba não seja disponibilizada, não vamos fechar. Vamos decretar falência, causando muitos desempregos. Precisamos do apoio dos vereadores e da população”, disse Geraldine.

A ESAC atende mais de 700 jovens, proporcionando quase 100 empregos, com quase 50 anos de existência em Franca.
 

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