Ajoelhei no altar.

Reverenciei o Sacrário, olhei atrás da porta.

Na ignorância dos meus olhos carnais, te busquei na esperança do infinito celestial.

Cadê? Cadê?

Na insistência do amor, no pêndulo da vida, fui achando o ritmo.

Senti...Te senti...não te vi.

Descobri; nem aqui, nem lá,

Habitas o meu Silêncio quando o mundo se aquieta.

Só te ouço no barulho da minha fé.

 

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários