A obra do espírito André Luiz, pela psicografia de Chico Xavier, é uma revelação dentro da revelação espírita. Tantas são as informações que apresenta, incluindo áreas da saúde, que, especialmente nos livros Nosso Lar e Obreiros da Vida Eterna, faz referência a uma “arma” que diz ser utilizada em defesa das construções que abrigam serviços de atendimento à “saúde” de espíritos, em colônias espirituais situadas próximas à Terra.
Denominada “canhão eletromagnético”, presta-se a disparar fluxos que adormecem momentaneamente espíritos rebelados em turbas, impedindo-os de realizar suas pretensões maldosas. Evidentemente que não provoca a “morte” dos seres atingidos, apenas os adormece.
Diz o escritor do invisível que, além do que já sabemos, muito há, ainda, no plano espiritual, a ser-nos revelado, ampliando as informações transmitidas à Codificação espírita, de Allan Kardec. Além da mencionada “arma”, relata, por exemplo, sobre a existência de hordas de entidades rebeldes, moralmente atrasadas, mas de grande inteligência, as quais se valem de todos os recursos para tumultuarem os serviços de assistência devida aos espíritos sofredores.
E eis que se noticia, agora, que a China conseguiu construir um canhão capaz de disparos eletromagnéticos, com grande poder de destruição. Particularmente, admitimos que se pode tratar de uma cópia inspirada da máquina existente no astral, porém e infelizmente, destinada a destruir.
São questões que nos convidam a atentarmo-nos para o importante fato de que as informações do espírito André Luiz nos foram dadas na década de 1940, precedendo, portanto, em 80 anos as conquistas chinesas.
Felipe Salomão
Bacharel em Ciências Sociais, diretor do Instituto de Divulgação Espírita de Franca
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