Alguns veículos de comunicação ainda não se conformaram com o fato de que Jair Messias Bolsonaro, do PSL, venceu a eleição presidencial de 2018. Com a sua vitória, esses veículos de comunicação ficaram como viúvas inconformadas, pois é de domínio público que vários deles, durante anos, namoraram com o poder e em decorrência disso mamaram nas tetas gordas do governo e do próprio BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social). Agora estão como leitões sofrendo com a desmama.
Inconformados e nada podendo fazer diretamente contra o Presidente, pelo menos até o presente momento, acabam vasculhando a vida de parentes, Ministros e assessores diretos, como que a buscar “agulha no palheiro”. Quando descobrem algo, ainda que insignificante perto dos descalabros de governos anteriores, “fazem tempestade em copo d’água”.
A novidade de momento é tentar associar, ainda que veladamente, a pessoa do Presidente Bolsonaro a um dos acusados de matar a vereadora Marielle Franco e seu motorista, apenas pelo fato da residência do Presidente, no Rio de Janeiro, situar-se no mesmo condomínio onde mora, em imóvel alugado, um dos supostos assassinos.
Se a moda pega, é bom que qualquer pessoa, ao adquirir um imóvel em um condomínio horizontal ou vertical, solicite antes da aquisição a folha de antecedentes, não só do vendedor, mas também de todos os demais condôminos e moradores, evitando-se, assim, no futuro, ilações desagradáveis de terceiros.
Por outro lado, alguns desses poderosos veículos de comunicação, ainda não se deram conta de que o poder de formação de opinião deles, junto à população, enfraqueceu consideravelmente com o uso maciço da internet e das mídias sociais. A notícia agora é, efetivamente, em tempo real.
O pior, ainda, é a falta de patriotismo de alguns, pois querem desestabilizar o governo, dificultando reformas imprescindíveis para tirar o país da bancarrota. Assim, defendem o “quanto pior melhor”, se esquecendo que quem mais sofre com um desgoverno é a população mais carente. Aliás, basta conferir o que está acontecendo na Venezuela.
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