O Conselho Municipal de Assistência Social de Franca (CMAS), através de sua presidente, Lucineia Silva Sartori Coelho, participou da sessão da Câmara Municipal de Franca, desta terça-feira (19), para esclarecer alguns pontos, principalmente a denúncia de assédio moral na Secretaria de Ação Social, referida pela ex-comissionada Marcela Cristina de Barros Francisco, que pediu exoneração na última semana.
Lucineia disse que: “O áudio que veio a público não se refere a nenhuma reunião de CMAS, inclusive desconhecemos a origem de tal reunião”.
Servidora pública há mais de 20 anos, Lucineia acrescentou: “Nem como conselheira nem como servidora tenho essa informação de assédio. Tem momentos em que a gente tem divergência, mas assédio nunca aconteceu”.
Segundo Marcela, a Prefeitura também estaria perdendo prazo de projetos da pasta deixando de pagar benefícios, e, ao questionar a situação, teria passado a ser perseguida na Secretaria.
O secretário de Ação Social, Vanderlei Tristão, já havia dito que: “As verbas dos programas sociais foram reprogramadas para este ano. Também não há desrespeito moral dentro da Secretaria e, sim, discussão sobre trabalho”.
Em nota pública de esclarecimento, o CMAS destacou: “O Conselho é fiscalizador, sempre se pautou pelo respeito e pela ética e sempre cumpriu o seu papel de acompanhar tanto o órgão gestor quanto as demais instituições e órgãos de controle no intuito de melhoria dos serviços e garantia dos direitos dos usuários da assistência social”.
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