Os escorpiões não são insetos, e sim animais peçonhentos pertencentes ao gênero Filo Artropoda. Todos os animais que possuem a glândula produtora de veneno são chamados de peçonhentos.
Animais invertebrados e com hábitos noturnos, escorpiões costumam se esconder durante o dia em lugares escuros. Eles gostam de ficar embaixo de pedras, madeiras, cascas de árvores; em buracos; em meio a entulhos, etc. Alimentam-se de insetos como cupins, moscas, grilos, baratas, entre outros. Na falta de alimento, eles podem praticar o canibalismo, ou seja, alimentam-se de outros escorpiões. Podem atingir até 25 cm de comprimento e picam quando se sentem ameaçados.
Seus maiores predadores são lacraias, louva-deus, macacos, aranhas, sapos, lagartos, seriemas, suricatos, corujas, gaviões, quatis, galinhas, camundongos e algumas espécies de formigas.
Assim como as aranhas, os escorpiões possuem estruturas afiadas, as pinças, que são utilizadas para retirar pequenos pedaços do alimento e levá-los à boca.
Na ponta da cauda dos escorpiões existe um espinho chamado de télson. É ali que se localizam as glândulas de veneno. É por meio daquele espinho que o escorpião inocula o veneno em suas vítimas.
A picada do escorpião pode causar dor intensa, seguida de vômitos, sudorese e náuseas.
Ao ser picada por um escorpião, a pessoa deve procurar imediatamente um hospital especializado. Lá será feita a aplicação de medicamentos no local da picada para o alívio da dor e, em casos mais graves, a aplicação de soro antiescorpiônico. O veneno do escorpião pode matar uma criança ou um adulto debilitado. E isso já aconteceu em nossa região neste 2018. Portanto, cuidado!
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.