O não olhar o incômodo, o olhar e não ver a miserabilidade, o não querer enxergar a afronta, o perigo e a catástrofe iminentes. É validar a frase da marchinha de carnaval: “um dia a casa cai”. Na própria cabeça, na alheia, às vezes no mundo ao redor, às vezes no mundo inteiro. É preciso pesar. De peso e de consternação. Deixar o imponderável para a Vida Maior, que tudo olha e tudo vê. Tudo sabe e tudo ajusta.
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