E não estou aqui hoje, chorando ou lamentando. Estou relembrando para que todos encontrem, em minha vida, um pouco de força para pelo menos sobreviver. E eu que não nasci para viver na solidão, não tenho sequer meu companheiro de 18 anos o Cecílio, hoje com o mal de Alzheimer. Mas a vida continuou e eu nela, fazendo o que gosto, amando o que faço e seguindo em frente
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