Sim, dia de dar graças ao Bom Deus por tudo e todos, vividos nesses 8.8 de vida. Pela coragem, a força, a persistência, a vontade imensa de provar que aquela garotinha vinda de família simples e pobre era capaz de vencer, as tradições, o orgulho, os preconceitos daqueles tempos, década de 50, no século passado. E mais, as perdas de gente que a gente amava e que foram todos, molas propulsoras para que a Patrícia não acabasse. E foram meus pais Tininha e Guido, meus irmãos Artur e Melaída, meu primeiro marido Américo, e, pra completar, minhas maiores joias, os dois filhos, Ameriquinho e Maurão.
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