O Ano Novo é uma data importante para as culturas que adotam um calendário anual. Esta festa é também conhecida como Réveillon, expressão que nasce do termo francês “réveiller,” que significa ‘despertar.” Amanhã, 31 de dezembro, termina 2018 e começa 2019. O Ano Novo bate à porta.
Para nós, ocidentais, o evento tem início com decreto do imperador romano Júlio César. Ele estabeleceu o 1º de Janeiro como a data na qual deveriam ocorrer as festividades que marcavam a passagem do ano antigo para o ano novo.
China

Mas não é apenas no mundo ocidental que esta comemoração acontece. A China também festeja o Ano Novo. Mas o dos chineses recai em data diferente da nossa. Cada ano, entre os chineses, é associado a um animal: rato, búfalo, tigre, coelho, dragão, cobra, cavalo, cabra, macaco, galo, cão e javali. Não se sabe quando os chineses iniciaram a prática de festejar o Ano Novo. Ela é muito antiga.
NOVA YORK

Cada povo tem um jeito próprio de saudar o novo tempo. Os escoceses adotam o costume de pôr cedinho os pés na calçada do vizinho e trocar com ele presentes simbólicos, como biscoitos, por exemplo. Os espanhóis engolem doze bagos de uva, uma para cada toque do relógio à meia-noite. Nas cidades portuguesas há fogos e música para o povo. Em Nova York a festividade mais concorrida é na Times Square. O Ano Novo dos judeus se chama Rosh Hashaná, que em hebraico significa “cabeça do ano.” A celebração é religiosa; também chamada Dia da Aclamação - aquele no qual Adão e Eva foram gerados pelo Criador, segundo a Bíblia
Copacabana

No Brasil, a festa mais famosa tem por palco Copacabana. Ela é acompanhada de queima de fogos ao longo da praia, sempre lotada por milhares de turistas. Mas por todo lugar há fogos, música e alegria. Adultos costumam beber uma taça de champagne, a bebida das grandes comemorações. E todos desejamos a quem está perto de nós “Feliz Ano Novo!”
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