Problema em caldeira suspende natação no Póli


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Aulas de natação no Poliesportivo estão suspensas até o conserto da caldeira
Aulas de natação no Poliesportivo estão suspensas até o conserto da caldeira
Motivo recorrente de reclamações por parte dos alunos, as aulas na piscina do Poliesportivo estão suspensas por causa de um problema no aquecimento do local. Antigo, o aquecedor que funciona através de uma caldeira precisa de reparo, segundo o diretor de Esportes Cláudio Yoda, e deve voltar ao normal apenas em fevereiro de 2019, quando serão retomadas as aulas após as férias.
 
“Trata-se de uma piscina de três metros e meio de profundidade e que consome um milhão de litros de água. O aquecimento dela é mais antigo, assim como a própria piscina que tem mais de 30 anos, e precisa funcionar o tempo todo para manter a água aquecida. Com o passar do tempo, o cloro e o aquecimento danificaram os canos de metais e esses problemas são recorrentes.
Fizemos reparos em todas as vezes, mas neste ano detectamos um vazamento que caía diretamente na lenha da caldeira”, explicou o diretor de Esportes em entrevista concedida nesta segunda-feira, 10, ao programa Hora da Verdade, da rádio Difusora AM.
 
De acordo com Cláudio Yoda, um primeiro engenheiro analisou a situação, porém a indicação foi a contratação de um engenheiro mecânico especialista em caldeira, processo que levou algum tempo para ser concluído. “A nossa preocupação principal é solucionar o problema definitivamente para que as aulas não voltem a ser suspensas, como aconteceu outras vezes. Estamos falando de um equipamento antigo, que funciona como uma panela de pressão, e por orientação do próprio engenheiro buscamos nos precaver para evitar qualquer acidente”, disse Yoda.
 
Com mais de 30 anos de funcionamento, a caldeira passou há 12 anos por uma reforma completa, mas, segundo o diretor, realizar apenas reparos pontuais acelerou o desgaste do equipamento transformando em um problema crônico, por isso a iniciativa de solucionar definitivamente a situação. “Por tratar-se de um espaço coberto, onde não contamos com o aquecimento natural do sol, a água fica muito fria e não é possível manter as aulas sem o aquecedor. Vamos aproveitar as férias de dezembro e janeiro para realizar as melhorias e assim garantir que em fevereiro, período de volta às aulas, o problema esteja solucionado”, finalizou o diretor.
 
Atualmente, cerca de 600 alunos praticam aulas de natação no Complexo Poliesportivo de segunda a sexta-feira, nos períodos da manhã, tarde e noite. 
 
Cloro
Outro problema relatado recentemente por pais de alunos ao GCN foi a falta de cloro na piscina. Sobre o assunto, o diretor de Esportes justificou que foi preciso reduzir a utilização do produto devido a um processo de licitação, concluído há pouco tempo. “Tivemos que reduzir o cloro por estarmos em processo de licitação nas últimas semanas, mas agora o contrato já foi assinado e o problema, solucionado”. disse.

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