Desde 1895 (isso mesmo, século XIX), a família Orleans e Bragança tentava reaver a propriedade e posse do palácio que serviu de moradia para a monarquia brasileira, e tinha sido tomado pelo governo federal com a proclamação da República, seis anos antes, em 1889. Por 4 votos a zero, a decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) definiu que nada é devido aos herdeiros da família imperial brasileira. O argumento principal? O palácio foi construído com dinheiro público para servir de moradia a suas altezas reais. Com o fim da monarquia, nada mais justo do que retornar o imóvel ao patrimônio público
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.