Missa de seis meses de Euripedes Francisco Alves Paulute, o Fransoá


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Euripedes Francisco Alves Paulute, o Fransoá
Euripedes Francisco Alves Paulute, o Fransoá
A família de Euripedes Francisco Alves Paulute convida parentes e amigos para participarem da missa de 6 meses de sua passagem. A homenagem está marcada para o dia 14 de dezembro, às 19 horas, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida - Capelinha, em Franca. 
 
Nascido em Uberada (Minas Gerais), no dia 28 de fevereiro de 1951, Euripedes - mais conhecido como Fransoá - atuou profissionalmente na área calçadista de Franca e chegou a ser proprietário de indústria do segmento. Figura conhecida nas imediações da Rua Minas Gerais, Fransoá (como preferia ser chamado) era visto frequentemente na calçada e na janela do segundo andar do sobrado onde morava há anos. De acordo com sua sobrinha, Andréa Teles Paulute, o tio ganhou o apelido quando criança de uma tia e gostava mais do que do nome de batismo. "Quando criança uma tia apelidou ele e seu irmão gêmeo de Fransoá e Fransoê. É tão sério isso, que uma vez um carteiro chegou com uma carta em nome Eurípedes e ele disse que não era de lá. Por um momento ele se esqueceu". 
 
Andréa conta que os tios ficaram conhecidos como os gêmeos da rua Minas Gerais - Fransoá e Fransoê. "Os irmãos se casaram com gêmeas também e meu tio teve filhos gêmeos e registrou seus filhos com o seu apelido e do seu irmão. Um sempre foi muito melhor amigo do outro". 
 
Na despedida de Fransoá, que não era adepto a ir em velórios e sepultamentos, a sala na qual estava o seu corpo, no São Vicente, no último dia 14 de junho, ficou lotada de familiares e amigos, e não faltou emoção. "O velório dele lotou muito com homenagens lindas. Um amigo da família tocou violão e cantou músicas do Raul Seixas e Roberto Carlos. No enterro, no Santo Agostinho, teve mais músicas de Elvis Presley e Rod Stewart. Como meu tio era surpreendente e nada previsível, surgiu uma senhora na hora do enterro e pediu para falar e falou tantas coisas lindas (e ninguém a conhecia)". 
 
Fransoá morreu em sua residência aos 67 anos. Deixando saudades, fica na memória de quem conviveu com o filho de Matilde Aves Paulute o sorriso e um olhar amoroso recheados de muita alegria que vinham com piadas e teorias engraçadas, lembra a sobrinha. "Ele era bravo, a palavra dele tinha que ser a última. O coração gigante, mas quem quisesse conviver logo aprendia que sua sinceridade não tinha filtro, mas ia com aquele respaldo de amor e de querer bem. Sempre vimos ele com um coração imenso e um grande paizão e amigão".  
 
Fransoá deixa a esposa Neide, três filhos: Fransoá, Fronsoê e Fernanda; três netos: Heitor, Helena e Victor, além de três sobrinhos - Alex, Adriana e Andréa - criados como se fossem seus próprios filhos.

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