Criança, Adriel Cunha sonhava em ser jogador de futebol. Tanto correi atrás de seu sonho que acabou em Barcelona, na Espanha, onde tinha tudo para consolidar seu talento e se transformar numa estrelas dos gramados. Mas um contusão fez com que voltasse ao Brasil. Ainda jogou profissionalmente, mas já tinha mudado de sonho. Queria estudar Direito. Cursou a faculdade, apaixonou-se pelos estudos e hoje é o secretário de Assuntos Estratégicos do governo Gilson de Souza, mentor a quem costuma reservar carinho de filho. As 31 anos, o advogado e professor é um dos nomes mais próximos do prefeito e sob seu comando estão alguns dos principais projetos da administração municipal.
Você teve uma infância humilde e, por conta de seu talento com a bola, acabou indo parar em Barcelona para atuar como jogador de futebol profissional? Como foi isso?
Adriel Cunha - Acredito que nada acontece por acaso e ninguém cruza nosso caminho sem nenhuma razão. Por conta do falecimento de meu avô materno, minha mãe e eu tivemos alguns percalços que, por conspiração do universo, me levaram a conhecer uma pessoa cuja mãe morava em Barcelona e, por maior coincidência, estaria no Brasil uma semana depois desta recente amizade. Com a cara e a coragem me apresentei e já fui logo perguntando se era possível fazer um teste em Barcelona. Ela, por sua vez, disse para eu produzir um vídeo jogando futebol; com pouquíssimos recursos, mas com muita fé, eu fiz este vídeo e deu certo, a ponto de conseguir não só o teste, mas também a passagem para viajar.
Por que você resolveu voltar ao Brasil?
Cunha – Era 3 de setembro de 2007. Além de ser meu aniversário, foi o dia do último jogo da pré-temporada, partida em que me lesionei. O clube até ofereceu suas estruturas para minha recuperação, mas enquanto não estivesse apto para voltar aos gramados, não assinariam o contrato; sem dinheiro, mas com muita esperança, voltei para o Brasil.
Dos campos de futebol para os bancos da faculdade, você fez uma transição improvável para uma carreira jurídica. Porque decidiu por esta área?
Cunha – Desde criança sempre tive uma ideologia de querer um mundo melhor. O Direito foi paixão à primeira vista, me identifiquei logo nos primeiros dias e desde então não consigo parar de amar e me aprofundar nos estudos jurídicos, haja vista minhas especializações que só me fazem querer aprimorar cada vez mais os conhecimentos. Não consigo me ver sem estudar.
Quando você foi nomeado para ocupar um cargo no governo Gilson de Souza, era um ilustre desconhecido do grande público. Hoje, é considerado como um dos homens mais próximos do prefeito e trabalha em várias frentes. Como encara o desafio de ajudar a governar a cidade?
Cunha - Gratidão e honra resumem meus sentimentos ao grande homem e atual prefeito, Gilson de Souza. Esses sentimentos fazem com que eu tenha uma dedicação full time em prol de auxiliar da melhor maneira possível a Franca e o nosso Prefeito.
Sob sua responsabilidade, há desde projetos como o Fórum Franca 2040 até a discussão sobre a Faculdade Pública Municipal Gratuita, passando ainda pela área de Comunicação e até o projeto dos cargos comissionados. Como é lidar com tanta coisa diferente ao mesmo tempo?
Cunha - Sou um mero instrumento de apoio ao prefeito Gilson, tudo que puder fazer para auxiliá-lo em seus grandes projetos farei. Aliás, parafraseando Sêneca: “Nenhum vento nos é favorável se não sabemos aonde queremos ir”. Este governo, através de seu líder (Gilson), está convicto que único caminho para uma cidade melhor é avançar em grandes projetos que beneficiem a população como um todo, e assim compartilhar e avançar unidos para uma Franca cada vez mais humana.
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