“In memoriam” significa “Em memória de”. É uma expressão da língua latina que usamos para nos referir a alguém que morreu. No caso estamos falando de Stan Lee (1922-2018). Ele foi o criador de personagens como Hulk, Thor, Homem-Aranha, Homem de Ferro, Homem Formiga, Pantera Negra, Viúva Negra, X-Men, Quarteto Fantástico, Vingadores e mais 60 criaturas extraordinárias.
Stan Lee era querido e celebrado pelos que amam os quadrinhos e os personagens que saltaram das páginas das HQs para as telas. Sua morte, aos 95 anos, na última segunda-feira, foi muito sentida. A mídia do mundo inteiro registrou o fato.
O desenhista começou a trabalhar aos 17 anos numa empresa chamada Timely Comics, que algum tempo depois se transformaria na Marvel. Foi ali que trabalhou com grandes profissionais e aprendeu cada vez mais sobre a arte dos quadrinhos. Do papel seus personagens saltaram para as telas do cinema. E Stan Lee virou uma lenda. Ele tinha um costume interessante: em todos os seus filmes fazia pequenina participação, seja aparecendo rapidamente numa janela, seja tomando café no meio dos fregueses de um bar. De 1989 até 2017 foram 56 participações. Assim ele se sentia vinculado aos personagens, vivendo as aventuras no mesmo plano da imaginação por onde seus super-heróis se moviam.
Quando um artista como Stan Lee morre, o mundo fica triste, e as pessoas refletem com mais profundidade sobre sua grande contribuição à arte, à cultura.
E agora, uma pergunta para você que leu o texto até aqui: de qual Super-Herói você mais gosta?
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