PM descobre esquema de venda de carteirinhas falsas


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Policiais militares foram chamados para coibir uma briga entre marido e mulher em residência da vila Aparecida. Ao chegarem no local, se depararam com um esquema promocional de vendas de drogas, tipo
Policiais militares foram chamados para coibir uma briga entre marido e mulher em residência da vila Aparecida. Ao chegarem no local, se depararam com um esquema promocional de vendas de drogas, tipo

Policiais militares foram chamados para coibir uma briga entre marido e mulher em residência da vila Aparecida. Ao chegarem no local, se depararam com um esquema promocional de vendas de drogas, tipo “Black Friday”, e um comércio de venda de carteirinhas falsificadas de universitários. As encomendas eram feitas por mensagens de WhatsApp.

Durante conversa com a mulher vítima de violência doméstica, os policiais descobriram que dois irmãos estavam vendendo drogas sintéticas na casa. O imóvel foi vistoriado, sendo encontrados três pontos de LSD e 14 comprimidos de ecstasy, além de simulacro de arma de fogo e duas facas usadas nas ameaças contra a vítima e R$ 275.

Por meio das mensagens que ficaram nos celulares dos acusados, a PM constatou que, quanto mais droga o cliente comprava, menos ele pagava. “Tô com uns doce dahora (sic). E nem tá caro. 1 por 30, 2 por 50 e 5 por 100. Se souber de alguém que quer, passa o meu contato”, diz um texto.

Não foi só. “As diligências apontaram também, o comércio e fabricação ilegal de carteirinhas de estudante. Localizamos seis carteiras de estudante falsificadas da Unifran”, disse o tenente Régis.

Os policiais questionaram sobre a procedência e descobriram que as carteirinhas eram falsificadas por um terceiro infrator, que mora na região do Jardim Guanabara. “Ele se aproveitava de confiança e fabricava os documentos em seu local de trabalho, utilizando-se de toda estrutura de uma loja de impressão de documentos, onde é funcionário”. Na loja, foi apreendido um HD contendo arquivos dos documentos falsificados.

Um dos irmãos era o responsável por cooptar e vender as carteirinhas para os clientes. As vendas também eram feitas sob encomenda pela WhatsApp. O preço girava em torno de R$ 50. Bastava o interessado escolher o curso e passar o endereço de entrega. A validade dos “documentos” é de dois anos.

Os três acusados foram detidos e levados ao Plantão Policial. Após prestarem depoimento, eles foram liberados.

 


 

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