Ante a transparente escultura,
Se apresenta-nos construída,
Da nossa crença que imagina,
Como vê-la atrás do conceito,
Da escala ausente a olho nu,
o interior de base e busto.
E com fios, linhas e plásticos,
Cria o que não se pode ver,
Enigma a um corpo alienígena?
Antes cuida a ciência do homem:
Do Tempo em relatividade,
Figura o invisível no Espaço.
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