Procuradoria opina por júri para acusados de matar Núbia


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Leonardo, Lauany e Ítalo.
Leonardo, Lauany e Ítalo.
As defesas dos acusados de matar a jovem Núbia Ribeiro, 21, recorrem ao Tribunal de Justiça para evitar o júri popular de Leonardo Cantieri, Lauany Viodres e Ítalo Neves. Mas a possibilidade está cada vez mais longe. Na última semana, a procuradora de Justiça de São Paulo, Jaqueline Mara Lorenzetti, se posicionou por manter a decisão da Justiça em Franca: levar os réus ao júri. Agora, os desembargadores julgarão o pedido das defesas.
 
Leonardo, Lauany e Ítalo são acusados de tramar a morte da jovem, em setembro do ano passado. O caso ganhou amplo destaque na cidade e chocou os moradores. 
 
Núbia morreu na noite de 24 de setembro, um domingo. Foi assassinada com golpes na cabeça e teve parte do corpo queimado. Núbia só foi encontrada dois dias depois na estrada da usina Seval, em Patrocínio Paulista.
 
Na semana do crime, a DIG conseguiu capturar os três acusados. Para a polícia, Lauany foi a mentora; Leonardo o pivô, já que a namorada teria sentido ciúmes de Núbia mais uma vez e falado para ele marcar um encontro com a vítima; e Ítalo, o comparsa que ajudou ativamente na morte.

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