O sócio e as reformas


| Tempo de leitura: 1 min
A venda de uma mercadoria chama-se faturamento. São necessárias várias vendas para alcançar lucro. O empresário brasileiro tem um sócio, o governo, que recebe sua parte, na maioria das vezes, baseada no faturamento (Pis/Pasep, Cofins, ISS, IPI, CPP). O ICMS nem venda é necessário fazer, seu fato gerador é a simples movimentação da mercadoria. O índice de mortalidade das empresas seria menor, a abertura de novas maior e teríamos mais empregos se todos os tributos fossem cobrados sobre o lucro. Quantos presidentes foram eleitos prometendo reforma tributária, política e nada? A única boa reforma que tivemos foi a trabalhista, embora tímida. A previdenciária em que o setor privado, em dezembro passado, tinha 29 milhões de aposentados e déficit de R$ 150 bilhões, enquanto o setor público tinha rombo de R$ 77 bilhões para apenas 980 mil beneficiários ficamos sem. 
Ildo Yukio Marubayashi
Londrina - PR

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários