A Empresa Croma Arquitetura, Conservação e Restauro, de São Paulo, foi a que ofereceu o menor preço para elaborar o projeto de restauração do Relógio do Sol, que foi destruído durante um temporal no final do ano passado.
A abertura dos envelopes da licitação foi feita na manhã dessa quarta-feira. Duas empresas apresentaram propostas: a Empresa VEC e a Croma. “Com a oferta de R$ 56.350, a Croma foi a vencedora. Agora, a empresa tem cinco dias para complementar a documentação. Então abriremos prazo para recursos e, em seguida, se tudo estiver de acordo com a lei, faremos a homologação”, disse o membro da Copel (Comissão Permanente de Licitações), Sérgio Gerbasi.
A expectativa é de que a homologação aconteça até a primeira quinzena de novembro. “A partir daí, a empresa terá 90 dias para apresentar o projeto detalhado do restauro. Este projeto servirá de base para a abertura da licitação da obra propriamente dita”, disse o secretário de Esportes, Arte, Cultura e Lazer, Elson Boni.
A Croma, segundo seu site, nasceu em 2000, depois que os arquitetos Laura Facioli e Guraci Martins começaram a trabalhar com restauração de pinturas. Desde então, a empresa já realizou diversas obras de restauro. Entre elas, no Teatro Dom Pedro, na Capela São Judas Tadeu e no prédio da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
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