Iansa fará Fórum Regional de Oncologia, ações e palestra


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Iansa vestiu o rosa para celebrar mês de ações pela prevenção do câncer de mama
Iansa vestiu o rosa para celebrar mês de ações pela prevenção do câncer de mama
O Iansa (Instituto de Apoio Nossa Senhora Aparecida) preparou uma série de ações em alusão ao Outubro Rosa, mês em que a prevenção contra o câncer de mama vira assunto principal em todo o mundo. E, neste ano, a principal ação será o 1º Fórum Regional de Oncologia, que falará sobre os desafios atuais do trabalho humanizado no tratamento oncológico, com a presença de diversos especialistas da área, incluindo médicos dos hospitais Albert Einstein, AC Camargo Câncer Center e também o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, além do secretário de Saúde, Rodolfo Moraes Silva, e a fundadora do Iansa, Eliane Bonine.
 
Entre os temas que serão debatidos no encontro estão a Experiência com pacientes oncológicos; Reconstrução mamária pós mastectomia e Bases para prevenção, diagnóstico, estadiamento e planejamento terapêutico das neoplasias. Com vagas limitadas, o Fórum acontecerá no dia 30 de outubro, no auditório do Senai. É preciso se inscrever através do portal do Iansa (www.iansa.org.br). A entrada é gratuita. Serão realizadas ainda apresentações de dança e show com o cantor Tunico Magno.
 
Antes, nesta semana, outras ações em alusão ao Outubro Rosa serão realizadas pelo Iansa. Nesta quarta-feira, 17, será realizada a Arte Terapia, com o grupo de artesanato, a partir das 14 horas. No mesmo dia, a partir das 19h30, será ministrada a palestra O que realmente é anticâncer? com a professora Eloísa Reis. Já no dia 19, às 15 horas, será a vez de uma roda de depoimentos com pessoas que estão em tratamento ou já venceram o câncer. Todas essas atividades acontecerão na unidade 2 do Iansa, localizada na rua João Goes Conrado, 2570, no bairro São José. 
 
Prevenção
Tanto a costureira aposentada Maria Araújo, 71, como a dona de casa Marli de Oliveira, 52, descobriram a doença durante o exame anual de mamografia. “Fiz um exame de rotina com meu ginecologista, com o qual me tratava há mais de 20 anos, e descobri. Isso fez toda a diferença para o meu tratamento”, disse Maria, que atualmente realiza apenas fisioterapia para dores no braço que ficaram após a mastectomia. “Perdi uma irmã com a doença e atualmente eu e outra irmã fazemos o tratamento. Descobri em uma consulta de rotina, passei por duas cirurgias e hoje realizo a radioterapia, mas as minhas chances de cura são boas, já que o tumor foi detectado logo no início”, explicou Marli. 

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