Empresária diz ter sido vítima de golpe de cerimonialista


| Tempo de leitura: 1 min
A empresária Hosana Posteraro Medeiros disse ter sido vítima de golpe de cerimonialista
A empresária Hosana Posteraro Medeiros disse ter sido vítima de golpe de cerimonialista
A empresária Hosana Posteraro Medeiros, dona da empresa Hosana Bolos, denunciou em suas redes sociais, ontem, que foi vítima de golpe praticado por uma cerimonialista de Franca. Ela também prestou queixa na Polícia Civil, que abriu inquérito para apurar a prática de estelionato. 
 
Hosana atua no mercado de bolos e doces há quase duas décadas e é conhecida pelo profissionalismo e qualidade dos produtos. Ao ver seu nome envolvido em um golpe, ela publicou nota em sua página no Facebook para esclarecer fatos ocorridos em casamento realizado no sábado. “Venho esclarecer eventualidade ocorrida neste final de semana. Uma cerimonialista de Franca falsificou alguns contratos de profissionais de festa e, infelizmente, o nome de nossa empresa foi um dos envolvidos, sendo lesada juntamente com a noiva. Estamos no mercado de festas há 18 anos, sempre atendendo pessoalmente todos clientes, com contrato assinado perante a noiva e testemunhas. Nenhum outro profissional está apto a assinar nosso contrato”, escreveu a empresária.
 
Após receber ligações de outras noivas que também teriam sido lesadas pela mesma mulher, Hosana compareceu ao 2º DP e prestou queixa de estelionato contra a cerimonialista, que usou indevidamente o seu nome. “Ela falsificou minha assinatura em um contrato também falso. Infelizmente, outras noivas também ficaram no prejuízo, mas não temos culpa. Nós também somos vítimas e vamos tomar as providências cabíveis. Sempre atendemos os clientes com profissionalismo”. Segundo as denúncias, a cerimonialista não entregou o bolo e doces combinados. Também não cumpriu com o serviço de buffet previsto em contrato. 
 
A Polícia Civil abriu inquérito para apurar a prática de crime de estelionato por parte da cerimonialista e ouvirá as partes envolvidas nos próximos dias. A acusada foi procurada para dar sua versão, mas o celular dela estava desligado.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários