Existem mais de 150 espécies de corujas no mundo. Elas podem ser encontradas em diferentes habitats, exceto na Antártica. Gostam de florestas, mas em algumas regiões já se adaptaram à vida urbana.
Todas têm uma postura ereta e olhos para frente, que não são esferas, mas sim tubos. Isso lhes permite enxergar a grande distância e dos dois lados, como os humanos. Elas enxergam melhor à noite. Seus ouvidos são acurados, por isso conseguem identificar onde está sua presa, mesmo sem conseguir vê-la.
Animais carnívoros, se alimentam de roedores, mamíferos de pequeno ou médio porte, insetos e outros pássaros. Depois de engolirem a comida, elas regurgitam pelotas duras de osso comprimido, pelos, dentes, penas e outros materiais que não conseguiram digerir. Cientistas estudam essas pelotas para aprender mais sobre a dieta desse animal.
As penas das corujas são especiais e possuem franjas que ajudam a disfarçar o som que elas produzem quando voam. Assim, podem perseguir presas sem serem notadas. As fêmeas são maiores, mais pesadas e agressivas que os machos.
A maior parte não migra. Mas há espécies nômades, que saem de suas moradas à procura de melhores fontes de alimentação.
As corujas conseguem emitir uma grande variedade de sons: ganidos, assobios, latidos e silvos. Durante a época da reprodução, os chamados das fêmeas conseguem ser ouvidos a uma boa distância. Elas normalmente possuem vozes mais agudas que as dos machos.
Se em algumas culturas são sinônimos de sabedoria, em outras representam o azar e até a morte. E se há pessoas que as consideram muito feias, há outras que as acham belas e fascinantes. Assim é o olhar. Ninguém vê exatamente como o outro vê.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.