Após receber a notícia de que foi ultrapassado por Márcio França e perdeu a vaga no segundo turno para a corrida ao governo Paulista neste domingo (7), o emedebista Paulo Skaf evitou, por ora, declarar qual candidato receberá seu apoio.
Ele afirmou que ligou para França, para parabenizá-lo, mas não ligou para o tucano João Doria.
"Eu sei que não era uma parada fácil enfrentar candidato que está no posto de governador e o outro que tem a estrutura da prefeitura com 14 partidos da coligação, muito mais tempo de televisão e mil candidatos, enquanto a gente tinha cem", disse Skaf a jornalistas em seu comitê de campanha.
Questionado se pode ter sido prejudicado pela decisão de anunciar apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) enquanto seu correligionário Henrique Meirelles ainda estava na disputa presidencial, Skaf afirmou que está "com a consciência tranquila" e "não adianta ficar fazendo avaliações".
"Eu fiz tudo com muita transparência. O candidato (Meirelles) soube, eu liguei para ele. Disse que as pesquisas mostravam um cenário com probabilidade perto de 100% e que eu estava sendo muito cobrado pela imprensa, sob uma hipótese, qual seria a minha posição", afirmou.
Neste domingo, após votar, Meirelles disse em relação ao apoio de Skaf a Bolsonaro que "todos podem especular com hipóteses".
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