Após aparecer tecnicamente empatado na pesquisa Ibope com Paulo Skaf (MDB) nas intenções de voto para o governo de São Paulo, o programa eleitoral de João Doria (PSDB) desta quarta-feira (12) passou a mirar o adversário.
A equipe do tucano resgata reportagem de 1º de agosto do portal de notícias R7 que informa que o governo Temer liberou R$ 14 milhões em captação de recursos, por meio da Lei Rouanet, para a produtora do filho do candidato fazer um filme. A locutora do programa de Doria também diz que o Sesi cobra taxas de seus alunos.
Na voz de Doria, porém, as críticas não aparecem. O candidato usa o próprio tempo para prometer a expansão do corujão da saúde para todo o estado.
O programa de Skaf, por sua vez, não faz críticas ao rival, mas escolhe como alvo a gestão da saúde em São Paulo, apontando problemas e prometendo "organizar a confusão e o desencontro" na área.
O atual governador e candidato a reeleição Márcio França (PSB), que vinha fazendo críticas a Doria em seu programa, dessa vez opta por apresentar o pilar de seu plano eleitoral: o projeto de alistamento civil de jovens, implementado em sua gestão na prefeitura de São Vicente.
Já Luiz Marinho (PT) usou seu tempo de programa para prometer atrair empresas para São Paulo e incentivar a contratação de jovens por meio de startups. Dessa forma, ele diz que vai gerar 2 milhões de empregos.
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