A campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) considera uma sucessão de erros a exposição de Jair Bolsonaro (PSL) no hospital depois de ser alvo de uma facada em Juiz de Fora (MG).
Aliados disseram que a fotografia em que o adversário simula segurar uma arma com as mãos dentro do leito, com robe hospitalar e ligado a aparelhos, um gesto de gente perturbada.
Da mesma forma, afirmaram, o vídeo que o senador Magno Malta (PR-ES) gravou de Bolsonaro ainda grogue, horas depois do atentado, é uma exposição forçada.
Auxiliares de Alckmin afirmam que, com a exploração sensacionalista do episódio, Bolsonaro pode acabar não se beneficiando da comoção popular.
A ordem do candidato tucano é "esperar decantar" o episódio.
A reportagem relatou na sexta (7) que a campanha tucana identificou que não houve uma comoção incondicional o ataque ao presidenciável, de empatia.
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